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Arranhando a superfície do potencial solar do Brasil

Numa entrevista com a pv magazine, o presidente da associação brasileira de energia solar ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, analisa as possibilidades da tecnologia solar nos dois leilões de energia em que este ano tem o direito de participar. Mas não são apenas os leilões que mudam o cenário das renováveis do país. De acordo com Sauaia, de fato, existem 2 GW de projetos fotovoltaicos em desenvolvimento para os quais um PPA bilateral poderia ser assinado nos próximos anos, e algumas centenas de megawatts desses projetos já obtiveram um contrato desse tipo.

v magazine: Sr. Sauaia, a fonte solar foi incluída no leilão A-6, após ter sido excluída deste tipo de leilão no ano passado.

Sauia: Estamos muito felizes pela inclusão da energia solar no leilão A-6. Nossa alegação era de que era claramente injusto que a energia solar fosse a única fonte de energia renovável proibida de participar. Nosso diálogo e negociação com o governo foi baseado em dois princípios simples. A isonomia foi a primeira, pois queríamos o mesmo tratamento que outras fontes. O segundo ponto, que também é muito importante, foi que a energia solar é hoje a segunda fonte mais competitiva do Brasil. Podemos ajudar a reduzir o preço médio de venda para os consumidores finais, tornando a eletricidade mais barata e aumentando a competitividade. Por estas razões, acreditamos que a energia solar também deve ser incluída em todos os leilões A-6.

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